domingo, 11 de março de 2012

Breve Eu - Adotada Solidão



' A Solidão, na verdade, não existe.
O que existe somos nós olhando para o lado errado, à espera de pessoas que não estão vindo.
Solidão não é sentimento.
Não é sensação de vazio. 
É a escolha insensata por aquilo que não é pra ser.
É um isolar-se daquilo que se pode ter.'

Paulo Henrique Silva Almeida
-PHA-

Breve Eu - Humanidade



Quando alguém precisa de ajuda,
o problema é de todo mundo.

Paulo Henrique Silva Almeida
-PHA-

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Breve Eu - Heroicas Escolhas




Todos nascem heróis. 
A inveja e a ganância são quem criam os vilões.

Paulo Henrique Silva de Almeida
-PHA-

Breve Eu - Este, com amor, para a Princesa Sophia


Porque, às vezes, o amor que vem da gente, 
de tão forte, não nos pertence mais.


Paulo Henrique Silva de Almeida 
-PHA-

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Com tudo que há em mim


“Eu agradeço àqueles que se preocupam. Mas, dispenso os que, por incômodo, interferem.
Não quero essa vida medida. Cheia de ‘não sejas’ e ‘não deves’.
Respeite o meu mundo.
Posso ser e fazer do meu modo. Ao meu gosto e jeito. Sem prejudicar ninguém.
Não venha criticar minhas partes. Todos os meus pedacinhos me compõem, e eu sou completamente apaixonado por cada um deles em mim.
Amo-me desmedidamente. Um amor que me invade sob a pele e abraça a minha alma, me querendo como um todo.
Eu gosto de mim. Gosto assim.
Gosto de cada traço que carrego. Amo meus detalhes, meus gestos, minhas lágrimas e meus sorrisos.
Amo até minhas indecisões. Gosto das minhas faces e fases. Múltiplas. Por vezes, contraditórias. Mas sempre reflexos do que, em cada exato momento, eu preciso sentir que sou.
Faça o favor, Não queira me inibir.
Não se aventure a decidir meus laços, julgar meus atos, tampouco se atreva a apalpar meus sentimentos.  
Nem mesmo eu os modelo. Ao contrário, a eles pertenço, na forma que sozinhos se definem. E uma vez em mim, compartilho-os, na exata medida que se expressam.
Não exija de mim ser menos do que sou. Todos os meus pedacinhos me compõem. E para amar-me, ame-os em mim.
Não me peça para não ser. Mesmo que desgoste, mesmo que não queira, ainda que não me compreenda.
Não precisa.
Basta que me ame, do meu jeito assim – e Com tudo que há em mim!”

Paulo Henrique Silva de Almeida
-PHA-

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Breve Eu - PHelicidade!



Sabe uma forma de ser Pheliz? Encontrar alguém que é tudo aquilo que você procurava, e ainda ser surpreendido por ele a cada instante!

Paulo Henrique Silva Almeida
-PHA-

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Traumas, eu sobrevivi !



E eu que um dia quis morrer, pelo simples fato de estar vivo.
Sentindo toda a dor que me feria o peito.
Vivendo de traumas, que os via refletidos em minha imagem no espelho.
Identificando-os dentro dos meus olhos, a explodir em lágrimas.
Sei que ainda estão aqui.
Perdidos em meu estômago, ainda que hoje eu não os sinta revirar em cólicas.
Não me ferem mais com suas pontadas. Nem me tiram o apetite com o amargo gosto de suas cinzas.
Chegaram e não partiram. Restaram em mim.
E embora eu não possa expulsá-los, não preciso vivê-los.
Melhor deixá-los, livres de mim.
Expostos a uma cicatrização que sei que nunca será completa, mas que enquanto sangra, me faz sentir vivo.
E eu que sofri. Temi. Quis morrer.
Hoje quero o sol e lua, substituindo-se em seu ciclo perfeito. Quero amanhecer em todos os dias.
Quero correr o caminho que me restou.
Subir os degraus que ainda não alcancei.
Não pude chegar até aqui sem vocês. Seria perfeito sem a dor que me causaram. Mas é ainda mais perfeita a alegria de sorrir de novo.
Ah, traumas. Não me causam mais.
Seus efeitos foram vencidos.
Derrotei-os, um a um. Apagando o fogo que queimavam em meu sossego e no meu coração.
E ainda que em mim restem, não mais me dominam. São apenas os restos de uma dor já vivida, passada.
Venceram sim, pois me roubaram dias.
Mas, hoje nada mais são que o cenário de uma guerra acabada. Frio e sem vida. Inofensivo a mim.
Decidi, por livre escolha, não mais pertencer a vocês.
Vocês que apenas são a marca de um momento mal sucedido. De uma agressão a minha alma.
De um soco profundo em meu querer.
São rastros da minha decepção e do meu desespero.  Da agonia desmedida do meu temor.
São velas queimadas pela chama acessa com minha tristeza. Formas em cera do meu pavor.
Decidi que não os quero. Que não me submeto.
É chegado o momento de abandonar esse velho abrigo. Sair debaixo do meu telhado cheio de buracos de sofrimento. E detrás das minhas janelas de vidros estraçalhados de dor.
Sair às ruas. Sentir o chão. Ganhar um mundo, só para mim.
Decidi não viver de dor.
Decidi não sofrer de efeitos de fatos que já foram, ficaram para trás.
São isso os traumas. Meros efeitos. Reprodução que fiz para reviver algo que somente foi.
Doeu, machucou, marcou. Mas somente existe na minha memória.
Cessou. Não veio comigo. Fui eu que o eternizei, com seus efeitos.
Hoje não mais. Decidi!
E eu que um dia quis morrer, pelo simples fato de estar vivo.
Somente quero sentir-me livre.
Quero saber que vocês aconteceram. Reconhecer que foram reais. E que até ainda existem.
Mas quero dizer, com sorriso nos lábios, brilho nos olhos e paz no coração:
- Traumas, danem-se! Eu sobrevivi.


                                                                                                                      
Paulo Henrique Silva Almeida
-PHA-